O dia parecia normal ao despertar. Mais um sábado. Normal. Enfim, o calendário permite um descanso.
Quando me levantei, tontura. Dali mais alguns minutos, atos sem convicção. Tudo bem, sonolência talvez.
Começa a me incomodar essa sensação. Insegurança? Logo me passou pela cabeça a palavra MEDO.
Hoje foi um dia que comecei com covardia, sei lá o porque.
O ar era intragável, fazia meus pulmões parecerem rígidos. Respiração breve.
Um café preto sem açúcar é sempre o meu start.
Continua a impressão de temor. Mas tenho que seguir firme, o dia será de festa, um almoço para uma grande amiga que não vejo há quase dez anos.
Então, começo as minhas tarefas do dia. Movimentos desregulados, fala embaralhada. Moleza.
Alegria! Enfim o evento, tão esperado, está indo muito bem.
“Quanto tempo!” “Você continua igual.” “O que tem feito?” “Lembro-me muito bem de...”
A nostalgia misturada à vontade de saber o atual fizeram-me bem por àquelas horas.
Muito amor, amizade, crianças correndo pela casa, rindo e chorando. Amigas de colégio, que viraram mães mulheres. O movimento era intenso, porém harmonioso.
Todos vão embora.
Medo.
O ar era intragável.
Impressão de temor.
Sono.
Cama. Calma, por fim.
“Nunca vi bebê mais feio. Um nariz estranho...” – comentário de uma pessoa ao contar-me sobre uma visita à maternidade.
Isso não me desceu bem... me chocou!
Não é uma crítica, simplesmente é muito novo pra mim, escutar algo assim.
Quando olho para um bebê, especialmente recém-nascido, abro um sorriso. É algo involuntário, resultado da sensação de estar em frente de um ser tão puro, frágil aparentemente, fofo, com enorme vontade de viver.
Como pode alguém lançar este olhar pra um recém-nascido, tão friamente crítico? Que tipo de energia esta pessoa levou pra esse ser tão puro?
Será que o mundo sempre foi assim? Que loucura!
DOS
Cielo con el mar
Una luna para brillar
Una noche que rogamos no acabar
Manos unidas
Piensamenrtos finalizados con ojalá
Coraciones listos pra amar
El viento supla suave
Como fuera un mensaje celestial
Decindonos: Tranquilos, pues la realidad...
Necesitamos de la mañana
Sol muestra la verdad
Ilumina una única estrada
Y así despierta la razón
Hay dos diferentes destinos
Un pra cada un de nosotros
Dos opostos caminos.
Cómo podrá la mañana ensiñarnos tanta escuridad
Aunque por la noche dos fue un
Cómo podrá un ser dos
Nos queda sólo decir adiós
POR ONDE COMEÇAR?
Sim, sou indecisa!
Sim, sou brincalhona!
Choro muito, assim como rio de rir mesmo, também serve como metáfora).
Agito pra caramba, tanto quanto durmo.
Sou opostos, não sei como consigo.
Sou transparente, meu olhar é realmente minha alma. Dificilmente uma pessoa não percebe como eu estou, minhas intenções,... Deve ser por isso que O-D-E-I-O MENTIRAS, pois sou péssima nisso.
Às vezes penso q devo desacelerar um pouco, pois tudo que faço, faço demais! Não sou fácil de fazer amizades, pois dizem que tenho cara de brava ou de petulante. Parte dos meus amigos, de início, me odiou! Isso é engraçado! Mas quando as pessoas me desvendam vêem que é pura ilusão de óptica. Sou fiel! Quando gosto de algo ou alguém é aquilo e acabou. É claro que este fator tem o lado negativo. Enjôo das coisas e também desgasto relações, pois sou intensa.
comece!!!!